Aluguel no Rio dispara com queda de oferta e avanço da temporada: o que os dados revelam para Búzios e a Região dos Lagos

Queda de quase 32% na oferta de locação tradicional, juros ainda altos e crescimento do aluguel por temporada redesenham o mercado fluminense. Para a Lopes Moradia Carioca, o movimento tem leitura direta no litoral.
Encontrar imóvel para alugar no Rio ficou mais caro e mais difícil. A oferta de locação tradicional caiu 31,8% entre 2023 e 2026, segundo o Sindicato da Habitação do Rio (Secovi Rio). O número de imóveis disponíveis na capital passou de cerca de 10 mil, em junho de 2023, para perto de 7 mil no mesmo mês deste ano.
A explicação combina três forças. Menos oferta, avanço do aluguel por temporada e juros elevados pressionam os preços em praticamente toda a cidade. A Selic segue em 14% ao ano mesmo após cortes consecutivos, o que encarece a compra da casa própria e empurra mais gente para o aluguel.
Segundo o vice-presidente do Secovi Rio, Leonardo Schneider, “menos imóveis disponíveis significam maior disputa pelos contratos, pressionando os preços para novos inquilinos”. O peso da temporada aparece nos dados de moradia: a parcela de brasileiros em imóveis alugados subiu de 18,4% em 2016 para 23,8% em 2025, e no Rio entidades do setor estimam algo próximo de 28%.
A leitura para o litoral fluminense
O que a capital vive de forma aguda, Búzios e a Região dos Lagos vivem de forma estrutural. Em um destino turístico consolidado, a locação por temporada não é tendência recente: é a base do mercado. Isso torna a oferta de aluguel fixo naturalmente mais enxuta e mais valorizada fora e dentro da alta estação.
Para a Lopes Moradia Carioca, franquia da Rede Lopes, a maior rede imobiliária da América Latina, o cenário é de oportunidade dos dois lados do balcão. “O mesmo dado que assusta o inquilino aponta caminho para o proprietário. Quem tem imóvel na Região dos Lagos está diante de uma demanda que não recua”, afirma [porta-voz], da Lopes Moradia Carioca.
A empresa, com mais de 7 anos de atuação exclusiva em Búzios e na Região dos Lagos (CRECI PJ 11287), observa dois efeitos práticos. O investidor encontra rentabilidade real na temporada via Airbnb e aluguel de curta duração. Já quem busca moradia fixa precisa de assessoria para navegar um estoque disputado, com reajustes anuais por IPCA ou IGP-M e vistorias rigorosas previstas na Lei do Inquilinato.
Temporada ou aluguel fixo: a decisão que define o retorno
A escolha entre temporada e locação residencial fixa deixou de ser detalhe. A temporada maximiza receita em picos de demanda, mas exige gestão ativa e convive com a discussão em curso no Superior Tribunal de Justiça sobre locação de curta duração em condomínios.
Já o aluguel fixo oferece previsibilidade e segurança jurídica. A lei não fixa prazo mínimo, embora o mercado use o padrão de 30 meses. Contratos mais curtos existem, mas limitam a retomada do imóvel pelo proprietário e trazem regras próprias de rescisão, com multas proporcionais. “Cada imóvel pede uma estratégia. O erro caro é tratar temporada e aluguel fixo como se fossem a mesma decisão”, completa o [porta-voz].
A avaliação da Lopes Moradia Carioca é que a pressão sobre a oferta deve continuar enquanto os juros seguirem altos. Conhecimento de território vira o principal diferencial diante de anúncios genéricos e intermediários sem raiz local. Mais do que anunciar, o proprietário precisa de leitura de bairro, praia e ciclo de valorização para decidir onde e como posicionar o imóvel.
Sobre a Lopes Moradia Carioca
A Lopes Moradia Carioca é franquia da Rede Lopes, a maior rede imobiliária da América Latina, com mais de 7 anos de atuação exclusiva em Armação dos Búzios e na Região dos Lagos (CRECI PJ 11287). Atua em compra, venda, aluguel, consórcio, financiamento habitacional e gestão de obras, com atendimento consultivo e conhecimento local como principal diferencial.
Contato de imprensa e atendimento: lopesmoradiacarioca.com.br/contato | Instagram @lopesmoradiacarioca
Fontes dos dados: Secovi Rio (Sindicato da Habitação do Rio de Janeiro), IBGE e Copom, conforme reportagem do g1 (24/07/2026).


